terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Tema do Ano 2012

Queridas irmãs e queridos irmãos em Cristo!

Por meio desta, convidamos cordialmente para participar do CULTO DE APRESENTAÇÃO OFICIAL DO TEMA DO ANO DA IGREJA EVANGÉLICA DE CONFISSÃO LUTERANA NO BRASIL – IECLB. Este momento celebrativo aqui em Ibirama acontece por indicação da Presidência da IECLB. É, assim, um evento oficial da IECLB em âmbito nacional.

Este culto, cujo pregador será o Pastor Presidente da IECLB, P.Dr. Nestor Paulo Friedrich, acontecerá no dia 04 de março às 9h na igreja “Martin Luther”. Neste mesmo culto acontecerá a instalação da nova Coordenação Nacional da Pastoral Popular Luterana - PPL. Após o culto, haverá um momento de confraternização no pátio da igreja.

Contamos com a sua presença, bem como de seus familiares.


sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

bases da fé

FÉ – GRATIDÃO – COMPROMISSO

Contribuir com dinheiro para a Igreja é um assunto que sempre de novo aparece nas rodas de conversa. Vizinhos comentam entre si quanto “pagam”. Filhos questionam os pais. Colegas de trabalho trocam opiniões e revelam idéias diferentes.

A contribuição para a Igreja tem uma longa caminhada. Desde o início da história da Igreja, no tempo dos apóstolos e das primeiras comunidades cristãs, a contribuição em forma de dinheiro já existiu. A rigor, já existiu nos tempos de Jesus e seus discípulos. Em João 12.6 temos um texto bíblico que indica que o dinheiro era utilizado para pagar despesas e para ajudas as pessoas pobres.

A contribuição é uma oferta de gratidão. É voluntária e espontânea. É contribuição como testemunho de fé. Por isso se afirma: é contribuição feita a Deus. A finalidade da oferta de gratidão é o reconhecimento de que tudo o que a pessoa tem e recebe vem de Deus (Salmo 24). Além disso, ao demonstrar concretamente essa verdade, a oferta é instrumento para combater dentro de cada pessoa a avareza, libertando-nos do egoísmo em direção à partilha e compromisso com o próximo.

Ao longo de toda a Bíblia encontram-se testemunhos sobre a oferta de gratidão. Já em Gênesis 4, há o relato das ofertas de Caim e Abel, que ofereceram a Deus algo do fruto do seu trabalho. Ainda no livro do Gênesis, vê-se que Abraão ofertou o dízimo (10%) de tudo (Gn 14). Também Jacó procedeu de igual forma (Gn 28).

Já lembramos acima o Salmo 24, que fundamenta a oferta de gratidão ao afirmar que “ao Senhor pertence a terra e tudo que nela se contém, o mundo e os que nele habitam”. E em Provérbios 3.9-10 lemos: “Honra ao Senhor com os teus bens, e com as primícias de toda a rua renda; e se encherão fartamente os teus celeiros, e transbordarão de vinho os teus lagares”.

No Novo Testamento, muitas passagens falam da oferta e da contribuição. Jesus, no sermão do monte, ensina: “Se, ao trazeres ao altar a tua oferta, ali te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa perante o altar a tua oferta, vai primeiro reconciliar-te com teu irmão; então, voltando, faze a tua oferta” (Mateus 5.23-24). A oferta não pode ser separada da vida em comunhão. Ofertar, contribuir e viver em paz com o próximo estão intimamente interligados e não devem e nem podem ser separados.

O Novo Testamento não contém regras fixadas por Jesus para a arrecadação das ofertas e contribuições nas primeiras comunidades. A lei do dizimo não foi adotada nas primeiras comunidades cristãs. A diretriz que predominou nas primeiras comunidades era a contribuição livre e espontânea. Cada pessoa dava o valor da oferta livremente, seguindo a recomendação do apóstolo Paulo: “Cada um contribua segundo tiver proposto no coração, não com tristeza ou por necessidade; porque Deus ama a quem dá com alegria” (2 Coríntios 9.7).

A partir das diversas recomendações contidas na Bíblia, podemos estabelecer estas diretrizes para a oferta para a vida da Comunidade:

Oferta de gratidão: este é o motivo básico para a contribuição. Ela deve ser um ato de gratidão a Deus. Não se trata de uma obrigação ou regra imposta. É um gesto que revela que queremos agradecer a Deus por tudo o que Ele nos concedeu. Brota do reconhecimento e do sentimento de que Deus nos abençoa. A oferta é algo que revela o interior da pessoa.

Oferta espontânea: a igreja não é um clube que estabelece uma “jóia” nem é um órgão governamental que institui um imposto. Lembremos a oferta da viúva pobre, que Jesus tanto valorizou (Marcos 12.41-44). Ela, livremente, ofertou tudo o que tinha consigo.

Oferta generosa: um critério que brota do Novo Testamento é o que indica a contribuição como a “expressão de generosidade e não de avareza” (2 Coríntios 9.5). Em outras palavras, ao reconhecer que tudo o que tenho brota do amor de Deus por mim, não posso ser “pão-duro” ao contribuir com a Igreja.

Oferta dada com alegria: dar com alegria é fundamental. “Ofertar” é muito diferente do que “pagar”. Quando eu pago algo, eu estou negociando. E muitas vezes o negócio provoca frustração, tristeza, decepção. Quando eu oferto, não existe negócio. Ao ofertar, sinto-me leve e alegre por poder contribuir concretamente com a causa do Reino de Deus.

Oferta regular: novamente o apóstolo Paulo nos oferece orientação a partir do que está escrito em 1 Coríntios 16.1-2. Todas as pessoas são convidadas a regularmente separar um determinado valor para ser ofertado. Com isto, entendemos que temos condições de fazer mensalmente a nossa contribuição para as necessidades do trabalho da nossa Igreja.

Oferta recebida com transparência e honestidade: as pessoas eleitas para administrar as contribuições recebidas têm uma enorme responsabilidade. Precisa existir, sempre, um procedimento honesto não só perante Deus, mas diante de todas as pessoas que são membros da Igreja (conforme 2 Coríntios 8.21).

Cada pessoa batizada, membro da Comunidade, tem algo a ofertar. Contribuir com gratidão, generosidade e alegria, ofertar espontânea e voluntariamente não me dá o direito de não contribuir. Assim como Deus me concede durante todo o tempo o dom da vida, da mesma forma sou chamado a contribuir durante a minha vida toda. Já que Deus está sempre comprometido comigo, não posso me tornar isento ou “aposentado” em relação à contribuição em favor da Igreja. Pois a Igreja é, sim, instrumento de Deus dentro do mundo. É na Igreja que sou valorizado. É na Igreja que encontro acolhimento. É na Igreja que consigo me erguer em meio às dificuldades do cotidiano.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

O Nascimento de Jesus

“Criança não é problema. Ela é a solução!” (Lucas 2.1-20)

O relato de Lucas 2.1-20 é muito conhecido. Lembra o presépio. Alguns detalhes são importantes pra nossa reflexão. Por exemplo, de Nazaré a Belém são mais ou menos 150 quilometros. Maria e José viajam do jeito como se fazia na época. E Maria estava grávida de 9 meses!

Lucas 2.1-3: saindo de Nazaré para Belém
O motivo que levou José e Maria a viajar para Belém foi o recenseamento decretado pelo imperador de Roma. O objetivo era para recadastrar a população e saber quanto cada pessoa tinha que pagar de imposto. Os ricos pagavam imposto sobre a terra e sobre os seus bens. Os pobres pagavam pelo número de filhos. Às vezes, o imposto chegava a mais de 50% dos rendimentos das pessoas.

Lucas 2.4-7: cumpre-se a profecia anunciada em Miquéias 5.1
Por causa disto, Jesus não nasce em casa (Nazaré), mas nasce desconhecido, fora da sua terra, fora do ambiente da família e da vizinhança. Mas é acolhido pelas pessoas empobrecidas da região de Belém: os pastores dos campos. E Belém, a cidade de Davi, em sua periferia, acolhe a criança que nasce. Com isso, o Evangelho ensina: o menino é o Messias prometido que devia nascer em Belém e ser da descendência de Davi. E ensina também que o imperador, que pensava ser o dono do mundo, não passa de um empregado, pois sem saber e sem querer, os planos de Deus se concretizaram a partir dos decretos assinados no palácio imperial.

Lucas 2.8-9: os primeiros convidados
Os pastores eram pessoas marginalizadas, pouco apreciadas. Podemos dizer que eram vítimas de bullying! Viviam junto com os animais, separados do convívio humano, à margem da sociedade (= marginalizados). Por causa do contato permanente com os animais, eram considerados impuros pelos “santinhos” da época. Ninguém jamais os convidaria para um momento de confraternização, muito menos para visitar uma criança recém nascida. É a estes pastores que aparece o anjo do Senhor para transmitir a grande notícia do nascimento de Jesus. E ficam com medo por causa disto.

Lucas 2.10-12: o primeiro anúncio da Boa Nova
A primeira palavra do anjo é: “Não tenham medo!”. A segunda é: “Alegria para todo o povo!”. A terceira é: “Hoje!”. Em seguida, usam três nomes para indicar quem é Jesus: Salvador – Cristo – Senhor! Salvador é aquele que liberta todos de tudo que os amarra. Os governadores daquele tempo gostavam de usar o título de Salvador (soter). Cristo significa ungido ou messias. Era um título dado aos reis e aos profetas. Era também o título do futuro libertador. Trazia, assim, esperança para o povo. Senhor (kyrie) era o nome que se dava ao próprio Deus, mas que era também a expressão de adoração ao imperador romano. São os três maiores títulos que se podia imaginar. Por fim, o anjo diz: “Atenção, tem um sinal! O menino está deitado num barraco, na periferia de Belém”.

Lucas 2.13-14: Glória a Deus! Paz na terra!
Uma multidão de anjos aparece e desce do céu (o que é de Deus). E o céu toma conta da terra (o que é de Deus). As duas frases do canto apresentam um resumo do que Deus quer com o seu projeto. Se a gente pudesse experimentar o que significa realmente ser amado por Deus, então tudo mudaria e a paz viria morar na terra. E isto seria a maior glória para Deus!

Lucas 2.15-20: a palavra vai sendo acolhida e encarnada
A Palavra de Deus não é apenas um som que a boca produz. Ela é sobretudo um acontecimento! Numa tradução literal, os pastores dizem: “Vamos ver esta palavra que aconteceu e que o Senhor nos deu a conhecer”. Em seguida, o evangelho registra que “Maria conservava estas palavras em seu coração” e as ruminava. São maneiras de se perceber e acolher a Palavra de Deus: levantar, ir, ver, conservar, guardar, viver! É Deus agindo por meio de uma criança!

sábado, 15 de outubro de 2011

DIA DAS CRIANÇAS





















No dia 08 de outubro, foi realizado o segundo Encontro Paroquial com as crianças do Culto Infantil deste ano, na Comunidade Evangélica de Ribeirão das Pedras. O encontro teve como objetivo celebrar o Dia das Crianças.
Estiveram presentes crianças das seguintes Comunidades: Rio Sellin, Ribeirão das Pedras, Taquaras e Ibirama.
Agradecemos a todas as orientadoras e orientadores do Culto Infantil que se empenharam para que este dia fosse tão especial para as crianças. Igualmente, agradecemos às crianças que participaram, aos pais, que valorizam esses momentos de integração e as comunidades que apoiaram.
Convidamos a todas as crianças a participarem dos encontros do Culto Infantil, que acontecem todos os sábados nos seguintes horários:
Ribeirão das Pedras: 14h
Rio Sellin: 14:30h
Taquaras: 14:30h
Ibirama: 15h
Incentive este trabalho realizado com amor e dedicação. Venha conhecer o Culto infantil de sua Comunidade e fazer parte dele!

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

RETIRO INTERPAROQUIAL DE CONFIRMANDOS


Nos dias 30 de setembro e 01 de outubro, foi realizado o Retiro Interparoquial de Confirmandos, no sítio Scussel, em Ribeirão das Pedras, Ibirama. Foram reunidas as turmas de todas as Comunidades da Paróquia de Ibirama e da Paróquia da Paz – Dalbérgia.

Após dois anos de ensino confirmatório foi importante realizar este encontro, que além de ter sido avaliativo e reflexivo, também trouxe momentos de integração e amizade, que ficarão marcados na vida dos integrantes.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Acampamento Interparoquial de Jovens



Nos dias 27 e 28 de agosto, a Paróquia de Ibirama e a Paróquia da Paz, realizaram o ACAMPAMENTO INTERPAROQUIAL DE JOVENS, envolvendo o recém-formado Grupo de Jovens da Comunidade de Rafael Alto, da Paróquia da Paz - Dalbérgia, e o Grupo de Jovens da Comunidade de Ibirama. Houve a participação de 50 jovens, que se reuniram no sítio da família Mohr, em Rio Sellin.




Os grupos estavam acompanhados por alguns pais, que auxiliaram na organização e preparo das refeições, e pela pastora Deisi Koch e pelo pastor Adilson Koch. Foram dois dias que possibilitaram momentos de reflexão, integração e convívio. Sendo que esta experiência teve uma avaliação muito positiva por parte dos jovens, eles esperam em breve poder participar de atividades semelhantes. Estamos gratos a Deus por nos ter presenteado com condições de tempo favorável, para que este encontro fosse tão especial e marcante para todos os participantes.